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terça-feira, 7 de julho de 2009

Actividade de Orientação com GPS

Após reconfortar o estômago e relaxar um pouco, demos início à nossa actividade de orientação com GPS no Parque da Cidade. Estamos a falar da localização e recuperação, por parte de cada uma das quatro equipas, de quatro pinos coloridos colocados em quatro localizações suficientemente distantes e diferentes entre si, utilizando as coordenadas inseridas no GPSr.

As regras para cada "corrida" eram simples: receber o GPSr com as coordenadas, utilizá-lo para ir até às coordenadas finais, localizar o pino da cor da equipa, fotografar a equipa no local, recolher o pino e trazê-lo até à base, registando o tempo gasto. Cada uma das localizações teve um nome atribuído que funcionava como "pista"...

Deu-se então início à "famosa busca dos pinos perdidos". Alguns pinos transformaram-se em desafios engraçados. Como chegar lá? Onde estão que não os vejo? O que poderá ser "Parece uma ponte"? Afinal até parece fácil utilizar um GPRr, basta seguir a seta e observar a distância a diminuir. Só não podemos estar parados, nem debaixo de muitas árvores...

Eis os resultados finais provisórios, dependentes da recepção das fotografias comprovativas:





Uma nota curiosa para terminar: cada equipa caminhou cerca de 5 km e não falharam um único pino. Parabéns!



Visita ao Pavilhão da Água - Parque da Cidade

A nossa visita ao Pavilhão da Água esteve quase para não se realizar, visto que o pavilhão esteve fechado nos dias 3, 4 e 5 e só hoje conseguimos confirmar a visita, já no local.

O Pavilhão da Água, um dos mais visitados na Expo 98, é o equipamento perfeito para experimentar a importância da água e as suas aplicações diárias, lúdicas e científicas.
Foi oferecido à Câmara Municipal do Porto pela Unicer e está, desde Dezembro de 2002, instalado no Parque da Cidade, sendo gerido pela Fundação Ciência e Desenvolvimento.
O edifício, da autoria dos arquitectos Alexandre Burmester e José Carlos Gonçalves, foi projectado de forma a criar a ilusão de que está suspenso no ar.
No seu espaço, uma série de experiências, concebidas no Experimentarium, na Dinamarca, por uma equipa dirigida pelo físico Nils Hornstrup e pelo designer Peter Claudell, formam um conjunto de jogos de cor, luz e som que produzem efeitos, simulam acontecimentos e explicam fenómenos. Tudo isto através da água, única fonte de energia das experiências.
As surpresas são muitas: compor música, ver imagens em três dimensões através de ilusões de óptica, assistir à formação de um tornado e de um ciclone, observar o comportamento das ondas, ver jactos de água de diferentes formas e aprender as diferentes fases do ciclo da água e quais as melhores formas para não a desperdiçar, são algumas delas.


A visita foi orientada pela Rita, sempre simpática e prestável. Entre as divertidas experiências aquáticas e o desafio arquitectónico do próprio edifício, todos levámos algo de novo para acrescentar ao nosso conhecimento.

Quando abandonámos o Pavilhão da Água estava na hora do nosso piquenique.